sábado, 31 de julho de 2010

Não estrague o seu dia

Você já experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?
Esses dias aparentemente têm os mesmos aspectos para todos nós, mas são vividos de maneira diferente por cada indivíduo.

Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com alguém que lhes faça perguntas sobre o que está acontecendo, porque está assim, etc.
Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos azedam todo o ambiente em que se encontram. Distribuem gestos bruscos, falam com irritação, respondem com azedume, culpam os outros por tudo de errado que acontece.
E a resposta para comportamentos desse tipo, logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.
E o pior de tudo, é que nem sabemos o porque de tanta irritação. Não paramos um pouco para meditar sobre a situação em que nos encontramos nem para mudar o curso dos acontecimentos.
De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d´alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.
Passados esses momentos amargos, fica uma desagradável sensação de mal estar, de indisposição, de sentimentos feridos, de relacionamento comprometido.
Assim, se você sentir que está diante de uma manhã sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para não se deixar cair nas armadilhas.
Se ainda está em casa, faça uma prece antes de sair.
Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar só por um instante, respire fundo, e eleve o pensamento a Deus, rogando forças e discernimento para não se deixar levar por circunstâncias desagradáveis.
Lembre-se, sempre, que todos temos momentos difíceis, e que só depende de nós complicá-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.
Lembre-se, ainda, que por mais difícil que esteja a situação, ela será tragada pelas horas e substituída por momentos mais leves e mais felizes.
Por essa razão, nunca valerá a pena estragar o seu dia.

Pense nisso! 
 
"Não estrague o seu dia.
A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia.
Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o infinito Bem."

(livro Agenda Cristã, cap. 38)

quarta-feira, 28 de julho de 2010

perfume de gratidão

Jovem e idealista, ela partiu de sua terra natal, a suíça, para ajudar a reconstruir a Polônia, depois da segunda guerra mundial.
Ela assentou tijolos, colocou telhados, levantou paredes. Até o dia em que um homem cortou a perna e lhe descobriram os dotes para a medicina. Aí, junto a duas outras voluntárias, que tinham conhecimentos de medicina básica, foi servir num improvisado posto médico.
Certa noite, em que suas colegas tinham se deslocado para atender pessoas em outra localidade, ela ficou sozinha. Tomou o seu cobertor, enrolou-se e deitou sob a luz das estrelas.
"Nada haverá de me acordar, hoje. Estou morta de cansaço."
No entanto, um pouco depois da meia-noite um choro de criança a despertou. Ela pensou estar sonhando e não abriu os olhos. O choro voltou a lhe chegar aos ouvidos.
Meio dormindo, ainda, ouviu uma voz de mulher:
"Desculpe acordá-la, mas meu filho está doente. Você precisa salvá-lo."
Bastou Elisabeth olhar de forma rápida para o garoto de três anos para descobrir que ele era portador de tifo. Explicou para a mulher que não tinha remédio algum no posto. A única coisa que podia lhe oferecer era uma xícara de chá. A mulher cravou nela os olhos, com aquele olhar que somente as mães em desespero possuem: "a senhora tem de salvar meu filho. Durante a guerra, nos campos de concentração, morreram doze dos meus filhos e este nasceu lá. Ele não pode morrer. Não agora que o pior já passou."
Elisabeth tomou uma decisão. Se aquela mulher andara tantos quilômetros para chegar até ali, se ela vira serem mortos uma dúzia de filhos na guerra e ainda tinha ânimo para rogar pela vida do único afeto que lhe restava, ela merecia todos os sacrifícios.
Tomou a criança e, com a mãe, caminharam trinta quilômetros, até encontrar um hospital. Depois de muita insistência, conseguiu que a criança fosse internada.
Mas havia uma condição: somente depois de 3 semanas, elas poderiam retornar para saber notícias. Afinal, o hospital estava cheio e os médicos atolados de tarefas.
Elisabeth voltou para as atividades do seu posto médico e tanto trabalho teve nas semanas seguintes, que até esqueceu o garoto.
Certa manhã, ao despertar , encontrou ao lado do seu cobertor, um lenço cheio de terra. Abrindo-o, viu, junto com a terra, um bilhete: "para a Pani doutora. Da senhora W., cujo último dos treze filhos você salvou, um pouco de terra abençoada da Polônia."
O menino estava vivo.
Um grande sorriso se abriu no rosto cansado de Elisabeth.
E ela compreendeu o que acontecera. A mulher andara mais de trinta quilômetros até o hospital e apanhara ali o seu filho vivo.
De Lublin, levou-o de volta até o povoado onde vivia. Pegou um punhado de terra do seu chão e tornou a andar muito para deixar, quieta, sem perturbar, na calada da noite, o seu presente de gratidão.
Elisabeth Kübler-Ross guardou o pequeno embrulho de terra que se tornou para ela o presente mais valioso que recebera.
***
A gratidão é perfume acondicionado no frasco d’alma. As criaturas o deixam exalar, de forma sutil, envolvendo aqueles a quem são gratos, numa aura de bem-estar.
Naturalmente ninguém realiza o bem esperando agradecimento, mas quando a gratidão se manifesta é como a brisa que abençoa a tarde morna com sua presença. Refaz corações e aumenta a disposição para novas realizações, em prol do próximo.


(Equipe de Redação do Momento Espírita, baseado no livro "A Roda da Vida", de Elisabeth Kübler-Ross, M.D, Cap. 9.)

domingo, 18 de julho de 2010

Mudanças

olá!

eu andei fazendo umas pequenas mudanças aki no blog.. mudar um pouco a aparencia é sempre bom... eu to precisando mudar um pouco  a minha aparencia que tá precisando de algumas pequenas "reformas" também hehehehehehe

é isso aí

abraços ;-)

quinta-feira, 15 de julho de 2010

eu estou viva

só to aki pra dizer ki eu nao morri e to bem vivinha. só gostaria de ter mais tempo pra postar meus pensamentos no blog. acho ki tenho reorganizar minha vida.... pra começar eu decidi trancar a facu a distancia ki to fazendo, acho ki nao eh bem ki eu keria.... vou dar um tempo.. vou estudar outras coisas. to pensando em faze um cursinho pra ver si eu passo em algum concurso... sei lá! só Deus sabe do futuro e espero ki ele seja bom... muuuuutio bomm!!!

abraços ;-)